Quem fica com a glória?

O dia 20 de julho de 1969 foi um marco na história da humanidade. Pela primeira vez, desde que a raça humana habita a terra, um ser humano deixou os limites do planeta e pisou em outro corpo do universo. No caso mais próximo de nós, a lua.

Exatamente às 23 horas, 56 minutos e 31 segundos, horário de Brasília, o astronauta Neil Armstrong terminou de descer os nove degraus do módulo lunar Eagle, e deixou na superfície da lua a impressão da sola de sua bota do pé direito. Tamanho 41.

Nem todo mundo lembra-se do feito de Neil Armstrong. Mas, dos três astronautas da missão Apolo 11, se alguém consegue ser lembrado é ele. Saber os nomes dos outros dois já é coisa de fanático por ciência aeroespacial.

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O que pouca gente sabe é que Neil Armstrong foi o primeiro a pisar na lua por dois motivos: o mais conhecido, porque ele era o chefe daquela missão espacial. O segundo motivo é que, dos três astronautas, Neil Armstrong era, tecnicamente falando, o menos necessário.

O segundo homem a pisar na lua, Buzz Aldrin, desceu depois que Neil Armstrong garantiu que tudo estava bem. Porque Buzz Aldrin era o piloto do módulo lunar. Se descesse antes, e acontecesse alguma coisa errada, Neil Armstrong não conseguiria mais levantar vôo.

O terceiro astronauta, que ficou rodando no espaço, Michael Collins, era o mais importante dos três, porque era o único que conseguiria pilotar a nave espacial de volta à terra. Por isso mesmo, permaneceu em órbita, lá em cima, esperando os outros dois.

Mais de trinta anos depois, a chegada do homem à lua continua sendo uma bela parábola do que é o mundo corporativo moderno, ou seja:

Não importa se os funcionários são extremamente qualificados, nem que execcutem com perfeição suas tarefas. Porque, no final das contas, quem acaba ficando com toda a glória é o chefe.

Clássicos do Mundo Corporativo – Max Gehringer

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